Agosto vai fechar muito melhor do que prevíamos e do que podia-se imaginar. O Ibovespa que chegou a cair 17% durante o mês, deve fechar com variação próxima a zero. O Dólar que chegou a subir 10% e romper os R$ 2,10, registra no dia 30 valorização de 4%, porém, abaixo dos R$ 2,00
Mesmo com essa forte recuperação, nem o cenário, nem a volatilidade mudaram. Muitas incertezas permanecem e a descoberta de quem perdeu e das conseqüências dessa turbulência na economia ficaram para setembro.
O que esperar para setembro ?
Setembro terá duas reuniões muito importantes e que devem prender a atenção dos investidores:no Brasil temos Copom na primeira semana de setembro e nos EUA, FED no dia 18 de setembro. Esperamos que os dois Bancos Centrais reduzam as taxas de juros em 0,25%. Qualquer coisa fora disso, pode trazer a volatilidade de volta.
O grande problema do mês foi uma inflação mais alta do que o esperado. Ela não será capaz de fazer estragos ainda em 2.007, porém, vai provocar duas más notícias ao país: os juros vão cair mais lentamente a partir de agora e por conta disso o crescimento de 2.008, pode ficar um pouco mais baixo do que o imaginado. Esse passou agora a ser o melhor cenário possível.
dentro da minha pequena série de Veneza, esses dois gondolieri. estavam invocados, por conta do frio, e porque ninguém queria nada com barcos ou gôndolas. Estava vazia Veneza. Tirei a foto, depois dele ter me perguntado de onde era. Brasil, respondi. E ele, cheio de si, meio Soprano, em italiano para o o outro: "Alemão mentiroso esse, diz que é brasileiro, que "patzo"...". O outro riu, e escondeu o rosto. Carlo e Sílvio.
Hoje, dia 29, começa o Festival de Cinema de Veneza. Com esse bom pretexto, vou postar, ao longo da semana, algumas fotos de lá. Essa, Piazza San Marco, pombos, gente e história. Estava fria e vazia. Agora, deve estar quente e cheia. Mas sempre linda, a "Sereníssima". Filmes, gente famosa, jantares e vinho. Auguri Venezia
Cinco filmes de Kubrick pela Warner ganharão edições de luxo, a serem lançadas em outubro nos EUA e em novembro no Brasil. A caixa "Director Series: Stanley Kubrick Collection" será formada por "2001, uma Odisséia no Espaço", "Laranja Mecânica", "O Iluminado", "De Olhos Bem Fechados" e "Nascido para Matar". Os quatro primeiros serão DVDs duplos, e o último terá extras, mas sairá um disco só. O documentário "Stanley Kubrick: Imagens de uma Vida" completa o pacote. Ao que tudo indica, será um lançamento à altura do diretor americano.
O cardápio de extras promete. "2001", por exemplo, terá o documentário "2001: a Produção de um Mito", uma entrevista em áudio com o diretor e especiais sobre os efeitos especiais do filme e sobre o legado da obra e mais alguns penduricalhos. Nada disso constava do DVD lançado originalmente no Brasil.
"De Olhos Bem Fechados" trará, entre outras coisas, as duas versões do filme (a suavizada para o público dos EUA e a integral), comentários de Sydney Pollack, um documentário sobre o último filme do diretor e especiais sobre os projetos inacabados dele.
A Warner afirma que cada longa foi recuperado digitalmente, algo que já acontecia com parte das edições simples. Resta esperar o lançamento para conferir se houve de fato algum ganho na qualidade do filme em DVD.
Nos EUA, a caixa custará cerca de 80 dólares, e cada DVD será lançado separadamente por 27 dólares. No Brasil, o preço ainda não foi definido, e também não está fechado se os filmes serão lançados fora da caixa.
Quando era pequeno esse dia era o aniversário do meu tio.
Quando era adolescente era o aniversário da minha namorada.
31 de agosto de 1.993 é o dia mais triste da minha vida futebolística. O dia em que o São Paulo perdeu a Libertadores em casa para o Velez.
31 de agosto de 2.001 foi quando comecei a namorar minha mulher.
31 de agosto de 2.006 foi quando aos 49 minutos do segundo tempo, o Rogério Ceni perdeu seu primeiro pênalti.
31 de agosto de 2.007 será o último dia na "minha" primeira casa ou o primeiro dia na minha nova casa. O que escolher ?
31 de agosto de 2.007 será também o dia do primeiro Fim de Expediente na Livraria Cultura. Espero que o primeiro de muitos. Espero também que parem de acontecer coisas nesse dia. Está muito congestionado de lembranças ...
Foram nove episódios, e no final um blackout. Assim findou-se a trajetória dos Sopranos. Em sua derradeira temporada, o seriado trouxe à tona algumas reflexões, que pelo andar da carruagem irão definir os rumos do que se faz em matéria de audiovisual nos Estados Unidos, e por conseqüência, em boa parte do mundo.
As séries produzidas pelo canal HBO, com produção em película e capítulos transmitidos na íntegra, sem intervalos comerciais, modificam as relações entre emissora e telespectador. Transmitir uma hora ininterrupta de ficção, como faz o canal, modifica a percepção de quem assiste. Instala um resgate da experiência cinematográfica, superior a da locação de filmes. Ao contrário desta, e assim como no cinema, é preciso pactuar daquela transmissão, estar focado no exato momento em que essa ocorre. Não há pausa a ser acionada (aguardemos a tevê digital).
Tudo isso pra dizer, que a partir dessa nova ordem, a tevê abriu um campo de possibilidades, que parecia impensada, mas que impulsionada pela tecnologia, que traz ao consumidor doméstico uma qualidade tecnológica impensável até poucos anos atrás, criou condições para a inovação dos conteúdos.
“Os sopranos” talvez tenha sido o projeto que mais soube aproveitar essa oportunidade. Ao mesmo tempo em que deu vazão a conteúdos que o cinema cada vez menos aborda, transferiu-os para uma tevê, sedenta o suficiente, para bancar um seriado sobre a Máfia – esse assunto que parecia ter sumido do mapa, a partir do distanciamento de cineastas como Copolla e Scorsese. Mas uma nova Máfia. Uma espécie de “making of” da corporação. Ou um ”reality show” que acompanha o dia a dia de um “profissional” do setor (as aspas são mera retórica, e injustas).
Foram seis anos acompanhando essa família de mafiosos. Uma família como outra qualquer, com a sutil diferença que determinadas brigas antecipavam alguns velórios. Até que se chega a essa última temporada. Uma temporada marcada pelo suspense e tensão. E nesse ponto, o formato seriado torna-se um empecilho.
O fato de todos saberem que o fim se aproxima, e que tem duração predeterminada, cria uma espécie de dramaturgia voltada para o desfecho, não o natural, aquele que finaliza um desenvolvimento, mas dotado de certo artificialismo. Toda a tensão de cada episódio dessa última temporada joga com esse dado. A cada semana um dos coadjuvantes é lançado à luz dos holofotes, como uma espécie de despedida obrigatória. No “grand finale” é o núcleo familiar que vem à tona. Fecha-se o ciclo, baixam-se as cortinas. Ao contrário das novelas não há “o final”, mas o fim de um percurso, deixando claro como numa receita, como seguem (ou não) aquelas vidas a partir desse momento em que não mais as acompanharemos.
Um novo momento se iniciou na tevê, é preciso agora desenvolver o lento aprendizado de como se termina uma história.
A saga da família Soprano chegou ao fim, para nós brasileiros. Assim como neste terceiro filme em cartaz (“O ultimato Bourne”), o amnésico agente enfim descobre suas origens. Esses dois finais, se assim posso nomeá-los, demarcam uma nova era para as artes audiovisuais.
Neste novo momento, o cinema se consolida como a arte da decupagem/captação/edição, e a TV (obviamente quando se propõe a isso) como o espaço do drama, da linguagem dramatúrgica, do texto e da atuação. É um novo momento.
A sala de cinema com sua potência sonora, suas telas gigantescas, precisa propor um espetáculo que se aproxime da experiência. É preciso transportar o espectador, fazê-lo compartilhar, ao menos sensorialmente, da experiência dos personagens, que por sua vez, repetem em pequenas situações, nossa própria experiência. Desse modo, a montagem torna real um dos nossos maiores desejos contemporâneos – a ansiedade pelo tempo despendido antes de cada evento. Pois não é exatamente essa ânsia que nos leva a estar conectados, cada vez mais, o tempo todo? Não há tempo a perder antes de cada evento marcado. Assim é o cinema que Bourne consolida.
Nessa experiência que compartilhamos como espectadores (um termo que vai se fragilizando), vemos o personagem numa perseguição no metrô. Ele precisa alcançar seu alvo. Segue pelas imensas escadas rolantes. Quantos de nós já nos encontramos nessa situação? Quantos de nós desejando que um corte miraculoso nos colocasse dentro do vagão?
É o que se passa com o personagem, mas não mais através de uma forma de montagem esperada, em que de um plano circunstancial, que localizasse o personagem, o víssemos, na seqüência, já dentro do vagão. A montagem em Bourne é picotada na própria espera, como se essa fosse a nossa espera, como costumam ser as nossas esperas diárias. Ouvindo o som o trem, olhando pra frente, desejando que as pessoas próximas evaporassem. É esse compartilhar, que não mais se compõe de atos ou frases à maneira da linguagem dramática, que fundamenta esse cinema. Não é mais preciso dizer ou não dizer. O que conta é nos devolver, como num espelho ampliado, os fatos prosaicos que fazem de nossa existência contemporânea um tempo marcado pela impossibilidade de se fixar, de permanecer. Um tempo de não cessar. Nunca.
Fim de semana de colocar tudo em caixas e esvaziar as gavetas. Último fim de semana nesta casa.
Enquanto as caixas vão sendo empilhadas, a tv fica ligada nos jogos de futebol. Os campeonatos europeus começaram, mas os jogos lá foram tão chatos quanto os jogos daqui. Por que será ?
Ontem 40.000 pessoas foram ao Morumbi. Viram uma goleada e de novo viram um time que não convence quando precisa atacar. A sorte do São Paulo é que ele raramente precisa atacar, pois como sabem, ele não leva gols.
O time levou 7 gols em 21 jogos, sendo que ninguém fez mais de 1 gol no São Paulo. Volto a repetir os jogos do tricolor tendem ao 0 x 0.
Essa semana tem clássico na quarta em São Paulo, final de campeonato em Brasília (STF) e outro clássico em São Paulo no fim de semana. Em paralelo a tudo isto, o Corinthians busca um técnico. Alguém topa ?
Estamos disponibilizando trinta (30) senhas para nossa querida comunidade no ORKUT. Assim, peço gentilmente, que os interessados escrevam seu nome completo no tópico aberto pelo Zé Godoy.
Os trinta primeiros nomes estarão em nossa lista que será deixada na entrada do teatro e precisarão retirar suas senhas, impreterivelmente, até às 18h15 no dia do evento. Após esse horário, as senhas serão disponibilizadas para o público em geral.
Quem não conseguir as senhas através da comunidade, pode tentar direto no teatro, na própria sexta.
É o destaque do meu dia, da minha semana, do meu mês, quem sabe do meu ano. Chego a imaginar que esse resultado a ser divulgado possa inclusive impactar o "sentido da vida" de algumas pessoas.
É hilariante a defesa dos acusados. Assumem que tudo existiu, mas que seus "clientes" nada fizeram. Para defenderem seus clientes, acabaram confirmando tudo aquilo que todos nós ouvimos e lemos.
Não é possível que isso acabe em nada. Não será uma pizza em Brasília. Não dessa vez.
Aqui, os extras da entrevista com a Daniela de sexta passada. Foram muito divertidos, e ela muito gentil. O papo rolou solto, quase um programa a mais. Primeiro bloco:
Neste segundo mais sobre blogs e internet, sites...
Saiu a programação do TIM Festival, que vai rolar nos dias 26 e 27/10 no Rio e entre 25 e 28/10 em São Paulo. Por aqui a maioria dos shows será no excelente Auditório Ibirapuera, se encerrando no dia 28 no Anhembi. É nesse dia que Björk volta à cidade, quase dez anos depois de sua primeira apresentação por aqui.
Ótima oportunidade de se constatar ao vivo o trabalho dessa islandesa que habita a restrita categoria dos artistas inquietos e de grande talento nos dias de hoje. Ao contrário da maioria dos shows que vêm aportando por aqui, moldados para públicos nostálgicos de grandes momentos já vividos, Björk é hoje, agora. Está nesse mundo, e exprime através de sua sensibilidade um pouco da tormenta que é pertencer a esse momento.
Seu último cd “Volta”, já é meu voto para o melhor do ano. E a faixa “The dull flame of desire”, a canção mais bonita escrita nos últimos anos. “The dull...” é a versão, em inglês, de um poema do russo Fyodor Tyutchev, que os cinéfilos de plantão talvez se lembrem declamado na última cena de “Stalker” de Tarkovsky. Björk faz nessa canção um duo com Antony Hegarty, do Antony and the Johnsons, que também vêm para o festival (dia 25/10 em São Paulo) e que se apresentam naquela que deve ser a noite mais bacana do evento, abrindo para Björk no dia 26, na Marina da Glória, no Rio. Se alguém quer uma dica de onde gastar seu dinheiro num show, a minha é essa.
Amanhã, se a entrevista com o Sayad (que promete!) permitir, tocamos um trecho de “Dull flame...” no programa.
virei fã desses caras, e nem sei direito porque. aqui estou eu, entre caixas e caixas, vinte pras três, tentando escrever um texto de abertura de um teatro e separar fotos que emocionem. tem gente que precisa disso, precisa pra já, precisa pra ontem. ok, ok. caixas e caixas, no navio com o meu nome é essa a minha bagagem. quando depositar isto tudo no próximo porto, devem ser esses os objetos que vão me traduzir. somos o que compramos. somos onde vivemos. somos com quem vivemos. pra já, pra ontem. daysleeper
Começamos essa terça feira com algumas boas notícias ...
1 - Depois de 8 dias seguidos, as manchetes dos jornais não falavam da crise.
2 - Os Fundos do BNP que haviam sido fechados e ocasionaram a pior quinta feira da minha vida, reabriram.
3 - O dólar e os juros pararam de subir.
4 - O Ibovespa conseguiu ultrapassar os 50.000 pontos.
Concluo assim que a turbulência melhorou. Longe de ter chegado ao fim, mas evidentemente ficou melhor. Segue-se com pouquíssimas informações e com muita neblina no fim do túnel.
Luz apenas quando o dólar e os juros futuros recuarem. Até lá, ninguém se mexe.
Imagine um paulistano típico, caminhando calmamente pelas ruas do Rio de Janeiro num domingo ensolarado. Imagine que mesmo que ele ame essa cidade, que dobra as retinas cansadas do concreto com sua doce luminosidade, ainda tenha em mente velhos fantasmas, conceitos tão arraigados que fazem de qualquer estampido, susto, taquicardia.
Pois então, voltemos a esse homem, caminhando por essa rua ensolarada, próxima ao Jardim Botânico, em frente ao belo Parque Lage. E que nesse domingo que se anuncia perfeito, uma repentina movimentação, estanque o tráfego.
E então as retinas, quase descansadas, miram ao longe uma viatura de polícia atravessada na pista, como se isolasse um ônibus azul e branco parado um pouco mais além. E que as pernas, acostumadas pelo ritmo constante da caminhada, ainda excitadas pelo exercício recente, continuem a conduzir esse homem para frente, em direção a tudo aquilo que suas retinas revelavam.
Enquanto homens com equipamentos de filmagem, passam a seguir nessa mesma direção, numa rápida operação mental, algo se revela. O que os olhos vêem, incitados pela imaginação, em nada afeta o cenário externo. Os homens não se aglomeram, nem fogem assustados. O domingo continua plácido. Teria a cidade se acostumado a fatos como esse, como se fossem a sua rotina? Uma população inteira pode se render a isso? A não mais de um ano atrás, São Paulo não havia aceitado esse tipo de acordo espúrio?
Enfim alcanço o local, e a realidade se revela. Ou seria correto dizer, a ficção se revela. O ônibus azul e branco, traz estampado o número que desvela o enigma: 174. As tendas de filmagem estão apinhadas de técnicos. O que se produz ali, em meio a um domingo tão inofensivo, parece a metáfora perfeita dos nossos dias. A ficção representa a realidade. A realidade que tantas lentes, alguns anos atrás, revelaram num acontecimento sinistro. O que José Padilha captara em “Ônibus 174”, Bruno Barreto tenta ficcionalizar nessa reprodução um tanto quanto patética do horror, mas eficiente o bastante para assustar um paulistano cheio de idéias na cabeça.
A calmaria no mercado financeiro vai demorar a voltar. Podem ter certeza disso. Sendo assim não adianta se iludir com altas ou se desesperar com quedas, elas enfim farão parte do nosso dia a dia. Se o gênio da lâmpada me desse direito a fazer 3 pedidos limitados ao mercado financeiro para essa semana, eu pediria:
- que nenhum Hedge Fund ou banco quebre.
- que o dólar volte para baixo de R$ 2,00
- que nunca mais haja uma quinta – feira como a da semana passada
Cinco meses para acabar o ano. Cinco anos de bolsa em alta e dólar em baixa ??? Cinco CPIS estão para começar ou para terminar. Vale a pena ? Cinco anos de Governo Lula. Cinco titulares do voley querendo resolver a situação do seu técnico com o seu capitão. Tem solução? Com crise ou sem crise, ainda aposto em crescimento de 5 % para o Brasil esse ano.
Hoje, Manuela, faz cinco meses na barriga. Cada vez maior, cada vez mais próxima de chegar ao mundo. Como tudo estará daqui a cinco meses ???
Sras e srs começa hoje o segundo turno do brasileirão. Vamos combinar algumas coisas: O campeonato está um lixo; faltam craques, faltam emoções, faltam perspectivas... Mas mesmo com tudo isso, alguém terá que ser o campeão.
A situação é simples: temos 19 times brigando pela libertadores e para não ser rebaixado e um time brigando com ele mesmo para ser campeão. Agora que o São Paulo parou de perder dele mesmo, virou líder. Pelas minhas contas com 11 vitórias e 3 empates garantimos o título, ou seja, basta ganharmos os jogos em casa.
Se isso se confirmar, devemos comemorar??? Na minha opinião, opinião de quem ama futebol é muito triste ver todos os times tão fracos. Preferia um campeonato legal, com jogos emocionantes, do que esse show de horrores que passa na tv.
Mas como disse acima, alguém terá que ser campeão e se for o São Paulo melhor.
O novo filme de Martin Scorsese o leva de volta, de maneira descontraída, a uma de suas maiores paixões: a música popular, o rock. Desta vez são os Rolling Stones o ponto de mira do cineasta americano, uma das referências nos últimos 30 anos da história da cinematografia mundial, amparado por uma obra tão sólida quanto heterodoxa: "Caminhos Perigosos", "Taxi Driver", "Touro Indomável", "Os Bons Companheiros", "Casino", Gangues de Nova York" ou "Infiltrados" são alguns dos filmes esplêndidos feitos por ele ao longo das últimas três décadas. O longa-metragem-entrevista-concerto resultante, intitulado "Shine a Light" (Brilha uma Luz), será lançado em 21 de setembro.
Scorsese, 64 anos, está dando os últimos retoques no que será sem dúvida uma de suas produções mais assistidas, senão necessariamente uma das mais valorizadas. "Shine a Light" é o título de um retrato muito particular de Mick Jagger e seus três companheiros dos Rolling Stones. O retrato oral e visual rodado no presente, que inclui entrevistas e imagens de um show feito em setembro passado no tranqüilo Beacon Theater em Nova York.
Também se deve lembrar que boa parte do projeto nasceu de um roteiro no qual ambos tinham trabalhado nos últimos oito anos. Segundo Scorsese, "tratava-se de uma espécie de saga musical, que por sua vez vinha a ser uma crônica sobre a indústria do rock desde os anos 60 até os 90". O projeto não só lhes agradou como levou Jagger a co-produzi-lo. O cineasta explicou extensamente no domingo passado no jornal britânico "The Observer" alguns dos eixos de sua nova obra. Lembrou-se, obrigatoriamente, que Scorsese é um fã de longa data da banda inglesa e que não é estranho às virtudes das novas fornadas do rock britânico, como os Arctic Monkeys. A pergunta "Por que os Stones e agora?" é respondida pelo diretor: "É difícil dizer. Também não vi qualquer razão para dizer não. A questão, o que me motivou, é que sua música me encantava sem que eu os conhecesse pessoalmente". Em relação ao que considera que une Jagger e Richards, Scorsese afirma que "vendo-os trabalhar juntos se percebe que são opostos. Equilibram-se extraordinariamente bem. São o yin e o yang do grupo". E os Stones do século 21 ainda representam a chama da rebelião contra o sistema que representaram nos 60? "Só quando a verdade de sua música procede do blues (...) É porque o blues reflete certos aspectos que temos como seres humanos. E uma pessoa reage a isso ou não". Para muitos fãs, "A Última Valsa", filmado em 1978 com o grupo The Band, é o melhor filme sobre rock da história do cinema. "São dois filmes muito diferentes. 'A Última Valsa' foi uma espécie de elegia, e além disso The Band significava para mim a melhor música que o rock produziu", diz Scorsese. "Em 'Shine a Light' os Rolling Stones continuam presentes agora mesmo em minha mente. E os vejo tão vitais como se estivéssemos nos anos 60, e pouco depois ainda os vemos jovens nos 70. O que há de subjacente em meu filme é que fala de algo que continua sendo nosso presente, e esse é seu grande desafio".
Há vinte anos morria Drummond. O que falar sobre o poeta? O que falar sobre a falta do poeta? Talvez possa começar assim: Drummond foi “o poeta”.
Neste país de poucos leitores, em que se conta nos dedos os que se dedicam à poesia, Drummond rompeu diversas barreiras. Como nenhum outro escritor do país, com a exceção de Machado de Assis (por si só, a exceção das exceções), Drummond produziu uma obra apreendida dos modos mais diversos pelos mais distintos públicos. Sua poética nasce de uma força de comunicabilidade, que ancorada nos coloquialismos que a primeira geração modernista libertou, atinge o mais popular e o mais erudito.
Exemplo melhor do que o poema “Quadrilha” não há. Torna-se inspiração do mais cerebral dos poetas nacionais, João Cabral, em “Os três mal amados”, ao mesmo tempo em que se transforma em canção na voz de Chico Buarque, em “Flor da idade”. Assim, mesmo quem nunca tenha lido ou ouvido o poema, por outras vias o conhece, o pressente, o recebe.
Há três grandes matrizes e um atalho na nossa poesia. Bandeira, Drummond e Cabral se influenciaram como uma linhagem, pelo código genético, que dá ao seu continuador as condições de construir sobre algo já erguido. Nesse sentido, Bandeira é o pai de todos os nossos poetas a partir do século XX. Abriu picadas, construiu estradas em meio à mata densa de nosso espírito de inferioridade em relação às grandes culturas. Drummond fez dessa estrada aberta uma cidade, a que se poderia nomear “lírica moderna no Brasil”. Enquanto Cabral, o mais novo, o primo distante de Bandeira, que constrói sua poesia a partir da Segunda Guerra, questiona se essa cidade erguida com tanto esforço é realmente nossa, se essa dá conta do que somos como nação. Ao largo dessas questões, a potência criadora de Vinicius cria um atalho para o mar, devolve à lírica sua origem musical.
Essa é uma fábula da nossa poesia, partindo de 1922 e chegando aos nossos dias. Uma fábula densa, que invade os poetas contemporâneos com uma influência acachapante. Nenhum poeta brasileiro atual escreve fora desse roteiro. Esse dado dá dimensão desse legado.
Assim é a presença de Drummond quando ampliada para todo país. Drummond é “o poeta”, porque amplia para população, o efeito que seus contemporâneos têm sobre seus pares. Pois assim costuma ser a importância de um poeta para um país. Dizer coisas que todos de certa forma intuímos, e mesmo que nunca tenhamos lido uma única linha escrita, sabemos do que se trata.
O que está acontecendo agora ... depois do dia de ontem.
Srs, ontem foi o dia. Basicamente nunca havia visto um dia como ontem. Pior que 11 de setembro, pior que a moratória, pior que as guerras no Golfo. Ontem foi um dia surreal.
Sinal de crise? Ainda prefiro chamar de turbulência. Turbulência pesada. Não se tem muita informação do tamanho dos prejuízos com as hipotecas e este segue sendo o maior problema. Não existe como um mercado de risco funcionar sem que as pessoas tenham confiança.
Hoje o FED cortou as taxas de descontos nos EUA. O otimismo em princípio voltou e voltou porque aparentemente o sinal que o Fed está passando é : sabemos que existe um problema, sabemos que ele pode ser grave, mas tomaremos as medidas possíveis para amenizar este impacto.
Esse é o caminho: ir aos poucos normalizando as operações e mostrando aos investidores do mundo que o FED não pretende deixar que o caos financeiro atinja a economia real.
E nós ? Temos que torcer para que eles consigam ser bem sucedidos.
Os mercados seguem nas primeiras páginas. Tentarei explicar da forma mais simplista possível, aos interessados em acompanhar essa novela.
1 – Muita gente nos EUA, especialmente de baixa renda, não está conseguindo pagar as hipotecas. Com isso, muita gente pelo mundo afora, que concedeu empréstimos para pessoas “duvidosas”, irá sofrer algumas ou muitas perdas. Nada de novo e nada de mais. Faz parte do capitalismo.
2 – Entre esses que perderam, estão alguns bancos e fundos de investimentos. Agora sim temos um problema. Como ninguém sabe quem perdeu e quanto perdeu, todas as pessoas do mundo + os bancos que não perderam, estão com medo de emprestar dinheiro. A conseqüência disso é que a economia mundial pode parar se não houver crédito, sem contar, que isso pode gerar uma “quebradeira” em outras instituições que têm compromissos assumidos e não conseguiriam financiamento com ninguém.
Com os poupadores fugindo do risco, bolsas de todos os lugares caem.
Os Bancos Centrais injetaram bilhões de dólares no mercado para não faltar dinheiro para quem precisa (reparem que não fizeram isso para as bolsas pararem de cair como estão dizendo). Acredita-se que se forem bem sucedido, aos poucos, as pessoas e os bancos voltarão a emprestar recursos normalmente e a economia REAL seguirá em movimento.
Esse é o melhor dos mundos. Perde quem fez empréstimos arriscados. Dá um senhor susto em todo mundo que se esqueceu que existe risco no mercado financeiro, e tudo segue como anteriormente.
Se o crédito não voltar, os BCs ainda podem cortar os juros para incentivar ainda mais os empréstimos. Se nada adiantar, aí o mundo muda de rumo. Dúvidas?
Na nossa enquete de sexta: “qual filme você levaria seu pai para ver?”, deu disparado, “Peixe grande e suas histórias maravilhosas”, do Tim Burton. Era a minha resposta, que modifiquei no final para aumentar as opções. Tim Burton é um dos cineastas mais instigantes do cinema atual, talvez o mais autoral em sentido estrito, de personalizar aquilo que faz, seja “Batman”, “Ed Wood”, ou um filme-homenagem como “Peixe grande”. Neste, Burton trata da imensa barreira que se interpõe nos afetos entre homens, mais especificamente entre pai e filho, talvez da única forma em que as resistências das fantasias identitárias que formatam a masculinidade, se deixam seduzir. Impõe o mito e a fantasia, no lugar da verborragia, do discurso. Nesse filme o que há de conflito nas relações se expressa no silêncio, e o que há de possibilidade de conciliação se funda na ficção e na potência da imaginação. O pai, Ed Bloom (uma singela homenagem a Joyce), vivido pelo magnífico Albert Finney, fragiliza a racionalidade e os rancores do filho pelo verbo, pela força da palavra quando essa deixa de ser usada como uma função, como uma coisa, e se preenche de encantamento. Como um encantador de serpentes, que faz da fúria vaidosa desse animal, uma dança que nos atiça, mesmo que tenhamos medo. Ou, simplesmente, como a frase que os homens guardam, e que precisam dizer, enquanto tenham alguém por perto para ouvi-los.
Aqui nos "extras", a Laís fala sobre "Bicho de Sete Cabeças", seu primeiro longa-metragem. Como não deu tempo de falarmos sobre ele no programa, aqui está. Seja bem-vindo.
Prometo que se nessa semana o assunto não sair das primeiras páginas dos jornais, eu posto um texto explicando do que eles estão falando.
Por enquanto tenho apenas duas sugestões: estão tratando de um problema, quando na verdade são dois e exatamente por causa disso está se dizendo muita besteira.
A outra sugestão é: nunca esqueçam que risco e retorno andam juntos. De tempos em tempos as pessoas começam a se esquecer disso e é exatamente daí que surgem as grandes perdas.
Sexta feira saiu uma pesquisa no jornal Valor Econômico com 100 economistas da atualidade para eleger o maior economista da nossa história. Deu Simonsen, seguido de perto por Celso Furtado. Gudin e Roberto Campos também foram lembrados. No programa quando me perguntado de “sopetão” respondi Simonsen. Com calma acho declararia um empate técnico com o polêmico Campos.
Ano passado o meu convidado preferido no FDE, aquele por qual guardo a maior admiração possível, foi o Eduardo Giannetti. Antes do programa perguntei a ele quem havia sido o maior economista do país e ele disse: Eugênio Gudin. Giannetti é TOP 10 de hoje. Talvez por ser filósofo saiba ver a economia de mais de um jeito. Quem tiver curiosidade leia Felicidade e O valor do amanhã, dois livros que deveriam fazer parte do curso de economia, exatamente por proporcionar novas visões sobre o assunto.
A pesquisa divide os votantes e os votados em dois grupos. Adorei ver como combinam as teorias dos economistas atuais com seus “ídolos”. Para não mais me alongar, vou concluir: todos os que votaram são “gênios”; todos os que foram votados contribuíram demais para o país, porém, das duas teorias presentes que prometem levar o país ao “mesmo oceano maravilhoso” uma delas não é aplicável. Não no século XXI.
Simonsen foi o primeiro a entender sobre a inflação; Furtado entre outras obras criou a SUDENE (lembram dela???); Gudin defendia o investimento em educação e era contra a estatização e Campos foi o “pai” do liberalismo econômico e por um Estado cada vez menor.
Ricardo queria que Ronaldo apoiasse a demolição do Maracanã. Ele não apoiou. Tava com a Daniela e não deu bola. Ricardo pressionou. Ronaldo nem ligou. tava com a Daniela, tava feliz e tava vivo. Depois desanimou. No time e na vida, separou. De si mesmo, desanimou e engordou. Foi chamado porque tinha que ser, mas sem prazer. Todo mundo reclamou, Ricardo protegeu, o menino é meu. A Copa, a cozinha, o terraço e sala por fazer, até a oitava geração, com Ronaldo apoiando, na certa rola a demolição. Mas Ronaldo tava nem aí, até pro Presidente ele falou. Arriscou, todo mundo já quase esqueceu, mas o Presidente não. Passa a Copa. Passa tudo. Ronaldo agora tá afim. Vai pro Milan, emagrece enfim. Vem o Pan. Um exemplo de parceria e gasto, lição do Zman. Sai Ronaldo entra Romário. Presidente, tamos contigo, sempre estivemos, palavra de Ricardo. Quer ver? Ronaldo, nem no banco. De reservas, digo. Ok, vai rolar aprovação. Copa, cozinha, jardim de inverno, salão de convivência refrigerado, o Maraca vai pro chão.
Ontem, durante uma longa caminhada pela cidade, fiquei me lembrando de alguns personagens da nossa metrópole. Lembrei de um cara loiro, barbudo, que se vestia de forma extravagante e ficava parado, normalmente numa calçada da Avenida Brasil, diante de um carro conversível amarelo. Depois me lembrei de um marronzinho negro, de bigode, que apitava, sorria e dançava enquanto tentava colocar ordem no trânsito. E puxando um pouco mais pela memória, me veio à mente uma senhora loira, que patinava como se estivesse no “Holiday on ice”, pelo Ibirapuera. Por onde andarão estes tipos, que de certa forma, humanizavam (ou humanizam) um pouco mais São Paulo? Alguém sabe deles? Alguém se lembra de algum outro?
03.22h estava perambulando procurando nada. ouvia o brian ferry cantando bob dylan e a cabeça longe. voltava do Sesc pinheiros que agora deu a Paulo Autran o nome de seu teatro. foi bonito, discursos protocolares e depois o Dráuzio contando uma história, o Nanini e depois um belo filme que tentava resumir uma carreira irresumível. depois o Paulo subiu ao palco. tudo mudou, parecia certo. dali falou pouco e recitou "ai que saudades que eu tenho da aurora da minha vida, da minha infância querida que os anos não trazem mais". um silêncio grande. um silêncio absoluto. lembrei da gente olhando o fim do dia em Portugal, na estrada do Porto para Lisboa. lembrei de um monte de coisa até o aplauso me despertar. fotos, aplausos, fotos. a câmera digital mimou o medíocre. deu tempo do Paulo falar que o Danilo Miranda não usa trancinhas nem toca violão mas devia ser o ministro. deu tempo de o mundo girar até o coquetel cheio cheíssimo de gente, gente falando comigo, gente pedindo coisas. não tenho idéia de quantas peças fui convidado, quantas entrevistas, quantas caras e salgadinhos que recusei. dei um abraço no Paulo uma hora depois. cansados os dois, só nos olhamos. ele riu, eu me emocionei. fechou o elevador e ele foi embora. eu estava perambulando até agora. perambulei, não sei como, até aqui.
Ontem em São Fransisco, ele rebateu seu 756 home run na carreira. Quebrou o recorde da história do beiseball. Logo após o fato, foi exibido no telão um vídeo do antigo dono do recorde parabenizando Bonds pelo feito. A bola pega por um cara de Nova York pode ser comprada por 1.5 milhões.
No blog do Sidney Resende tem uma “enquete” se sua vida melhorou ou piorou no Governo Lula. Li todas as respostas e constatei que a resposta MELHOROU ficou na frente. O que me chama a atenção é a ainda “idiota” discussão: os pobres aprovam o Governo, os ricos desaprovam.
Tenho absoluta certeza que Lula foi eleito pela maioria mais pobre do país, ao mesmo tempo, que tenho certeza que não é só os pobres que votam nele. Mas a questão central era se sua vida havia melhorado. Segurança, educação, saúde melhoraram? Isso independe de ser pobre ou rico, de direita ou de esquerda. É uma pergunta se SIM ou Não. Todo o resto melhorou ou não? SIM ou NÃO.
Em nossas discussões (Eu, Dan e Zé) sempre existe muita discordância e acabo sempre dizendo: isto é certo ou errado?Acho que isso é o que deveria ser discutido. Se a discussão continuar assim e acho que a culpa é de todos, isto aqui vai virar uma Venezuela, pois acabará por dividir o país ao meio.
Essa semana, para variar, Itaú e Bradesco divulgaram lucros astronômicos. Pela teoria central, eles como ricos, estão insatisfeitos. Estão mesmos?
Em outra pesquisa descobriu-se que apenas 7% das famílias no Brasil possuem renda acima de R$ 3.500,00. Reparem que se leva em conta a soma dos salários de TODA a família. Estão todos satisfeitos?
Que cidade é esta, que repentinamente acontece diante dos meus olhos?
Caminho a rua percorrida a cada dia. Nada reconheço. Um homem barbado, diz frases desconexas. Não fixa seus olhos em nada, em nada que eu também veja. É o mesmo homem de sempre? Como, se percebo as chagas infeccionadas em seu rosto encarnado? Se não há como não reparar a ausência de uma de suas pernas? É possível ser o mesmo homem de ontem? Um homem aparentemente sadio? É possível que as chagas tenham se instalado durante a noite? Uma noite tétrica em que uma perna amputou-se? Ou, mesmo não me parecendo possível, talvez eu habite uma nova cidade. Reflexo da primeira. Reflexo num espelho a refletir um outro um outro um outro, infinitamente?
Sigo para estação, aguardo o trem. O mesmo trem de todos os dias. O dia, porém, é outro, a paisagem tem cores e sons diferentes.
Enquanto sigo viagem, – uma viagem que liga cidades – ouço o canto dos pássaros que seguem o trajeto. Sinto os sons nítidos, próximos. Meus ouvidos tomados, invadidos, desejam ver. Concentrado, encontro sua origem: numa das saídas do vagão, um pai joga pão ao seu filho. Um menino-pássaro, engaiolado, que feliz, ávido, mastiga as migalhas enquanto gorjeia.
O trem pára repentino e devolve-me à vida, ao tempo. É preciso andar apressadamente. Compromissos a cumprir. É preciso alcançar o mesmo prédio de todos os dias. Mas diminuo o ritmo dos meus passos. Estanco. Olho ao redor. Há um telefone público e agora devo chamar. Disco um número conhecido. Um toque, dois toques, três toques, me alivio. Quarto toque, quinto toque, mais um e desligarei, retornando recomposto ao fluxo dos dias. Antes do derradeiro momento a ligação é atendida. Minha voz, sonolenta, surge do outro lado da linha.
Gisele levanta em 15% ações de empresas, diz estudo As empresas que utilizam a modelo brasileira Gisele Bündchen como garota-propaganda vêm suas ações valorizarem, em média, 15%, nas bolsas de valores, segundo o "Gisele Bündchen Stock Index", índice criado pelo economista norte-americano Fred Fuld e divulgado em seu blog na Internet, o Stockerblog.
O índice da modelo, que participa de diversos anúncios, subiu 15% nos últimos três meses, acima da alta de 8,2% do índice norte-americano Dow Jones.
Para chegar ao valor, Fuld avaliou as empresas que contrataram Gisele para propagandas e comparou quanto suas ações valiam na Bolsa de Nova York antes e depois da divulgação do anúncio.
Entre as empresas beneficiadas com a garota-propaganda brasileira estão Victoria's Secret, C&A, Vivo, Vogue e Nívea. Fuld também criou outros indicadores com celebridades, como o "Paris Hilton Stock Index", em que mostra que, ao ir à cadeia pela primeira vez, seu índice atingiu 10%, enquanto a Standards and Poor's subiu, na mesma época, apenas 3,6%.
Já a atriz Jéssica Alba não ajudou tanto às empresas e seu índice atingiu 3,2% nos últimos três meses, abaixo dos 6,9% da Dow Jones.
Sexta, às 19h, paulistanos e internautas têm um programa diferente: "Fim de expediente", apresentado pelo ator Dan Stulbach e com a participação do escritor José Godoy e do economista Luiz Gustavo Medina.
Durante uma hora e com muito humor, o trio passa a limpo os principais assuntos da semana, com entrevistas, reportagens e a participação dos ouvintes pelo e-mail:
Para quem não agüenta esperar até sexta, de segunda a quinta os participantes do Fim de Expediente "aquecem os motores" no Jornal da CBN 2ª Edição, às 19h15min. Dan, Teco e Zé se revezam fazendo comentários sobre os principais assuntos do dia, numa conversa sempre muito descontraída com o âncora Roberto Nonato.