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O Oscar e o Fim de ExpedienteDentre as inúmeras tradições que mantemos desde tempos imemoriais, o bolão do Oscar é provavelmente a mais duradoura. A cada ano invadimos a madrugada da segunda-feira, sentados nos sofás da casa da mãe de nosso amigo Alexandre Edelstein, Dona Rosa. E durante o restante do dia, ou seja, enquanto trabalhamos, dizemos para nós mesmos que não retornaremos no ano seguinte, que é um absurdo não dormir para ver uma premiação, mas no ano seguinte fazemos tudo de novo, todos juntos. Quando começamos a realizar os ensaios caseiros que viriam a se tornar o Fim de Expediente, tínhamos no período do Oscar nossa fase mais promissora. As conversas, as apostas, as discussões, quando ouvidas nas gravações nos divertiam, e, de certa forma, nos davam a intuição de que havia algo ali, algo que poderia ser dividido com outras pessoas. Nesta semana, quase um ano depois da nossa estréia, enfim chegamos ao nosso tão esperado momento. É com prazer que convidamos a todos para ouvir nesta sexta-feira, dia 23/02, nosso programa de gala, nosso especial Oscar 2007. Espero que todos se divirtam como, com certeza, nos divertiremos.
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Programa de hojeO programa de hoje, foi gravado na tarde de ontem com o antropólogo e colunista do jornal “O Estado de São Paulo”, Roberto DaMatta. Conversamos sobre os grandes elementos da cultura nacional como o futebol e principalmente o Carnaval, e também pudemos discutir como a questão da violência que tanto nos atormenta nos dias de hoje, têm raízes históricas que fazem parte da própria formação do país, como, por exemplo, a dificuldade de lidarmos com a autoridade e com regras de convívio. É hoje, às 19h. Infelizmente não teremos chat nem e-mail durante o programa, mas quem quiser tecer algum comentário sobre o programa e os temas debatidos, utilize este blog, ou nos mande um e-mail, que responderemos no decorrer da semana. Um abraço e ótimo Carnaval a todos.
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A lição de cinema de Cassavetes
Até Quinta (15/2) o Cinesesc (Rua Augusta, 2075) exibe cinco dos filmes de John Cassavetes. Nesta semana eu vi “Faces”, numa sala com metade de sua ocupação, numa sessão no meio da tarde, num dia de semana. Parece claro que há, ao menos em São Paulo, uma grande demanda por um cinema forjado em bases artísticas, estéticas, assim como por outras manifestações da cultura em que não se procure finalidades (lucro, rankings), mas que se pautem na discussão de valores, tabus, e, acima de tudo, em questionar a automatização das relações e dos gestos na vida contemporânea. O cinema de Cassavetes se inscreve nesses parâmetros, investigando no cotidiano mais prosaico razões obscuras que se manifestam às vezes numa palavra, num gesto, ou num ato. Um cinema grandioso explicitado nas faces de atores e atrizes magníficos, como Gena Rowlands.
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O racional do (mau) gasto público Sempre quis achar um jeito de explicar a mim mesmo de forma simples porque os Governos de uma forma geral fazem mau uso do dinheiro dos nossos impostos. Eis que outro dia, assistindo a uma prova do BBB 7 (acredite de quiser!) consegui formatar a resposta em forma de uma fábula: hipótese 1 - Imagine você com seu salário tendo que gastar o seu dinheiro consigo mesmo. Você será muito criterioso, afinal o gasto é consigo próprio, o que o tornará economicamente atento, afinal vai sair do seu bolso. hipótese 2 - Imagine você com o seu salário tendo que gastar seu dinheiro com um primo distante. Você será economicamente atento, pois vai sair do seu bolso porém não necessariamente criterioso, pois quem vai ganhar algo é um primo distante. hipótese 3 - Imagine você gastando o salário do seu primo distante com você. Você seria muito criterioso afinal é você quem vai ganhar o presente, mas não seria atento economicamente, afinal quem vai pagar a conta é seu primo distante. hipótese 4 - Você gastando o dinheiro do seu primo distante com um cara que você só ouviu falar uma vez na vida. Você tende a ser nada criterioso, afinal nem conhece quem vai ganhar o presente e nada atento economicamente, afinal quem vai pagar a conta é seu primo distante. Vocês acham que o Governo está enquadrado em qual hipótese? É por isto que nossos impostos viram obras inúteis e superfaturadas. O Governo gasta o dinheiro de gente que ele não conhece e não se preocupa, com gente que ele pouco conhece e pouco se preocupa. É a distorção da palavra "pública", que significava DE TODOS e agora significa de NINGUÉM.
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Enquete de semana
Nesta semana nossa enquete será feita em cima do desejo, reafirmado na reunião do Diretório Nacional do PT no último sábado, de se criar uma rede pública de TV e rádio como opção às empresas privadas, proposta que parece ganhar força no governo. Dê sua opinião através de comentários neste blog, ou pelo endereço eletrônico fimdeexpediente@cbn.com.br.
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Dica da semana
No programa da última Sexta eu indiquei um cd para a dica da semana. Para quem se interessou o nome é “Jobim jazz”, do violonista e arranjador carioca Mario Adnet. É um trabalho primoroso com temas de Tom Jobim, alguns praticamente desconhecidos da maior parte do público, apresentados em arranjos sofisticados que só confirmam a genialidade do saudoso maestro. Boa pedida.
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Programa de hoje
No programa de hoje vamos receber o músico Charles Gavin. Além de baterista dos Titãs, o Charles vem fazendo um trabalho muito importante de recuperação nos catálogos das gravadoras, resgatando discos antigos, remasterizando-os e lançando no formato de cd. Mande sua participação para fimdeexpediente@cbn.com.br, ou por este blog, ou ainda, participe, no horário do programa, no chat no site da CBN. Até mais!
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Sobre o nosso livroOntem eu e o Teco lançamos mais um livro da coleção do Sr. Alceu que escrevemos juntos com o Marco Gazel. Depois de algumas horas percebi que o Teco tava com um problema, ele não conseguia escrever nenhuma dedicatória sem as palavras “livro” ou “leitura”. Desafiei ele a tentar escrever algo sem estas palavras. Resultado: a fila parou, o Teco travou. Bobagens à parte, queremos agradecer a presença de todos os ouvintes que prestigiaram o lançamento, e também aos que não puderam ir, mas sempre estão presentes com a gente no programa, no blog, no Orkut etc. Um abraço a todos.
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Uma pequena história cotidiana
Essa me contaram hoje. Fulano tem uma conta num banco. Fulano anda apertado e pega um empréstimo. Fulano consegue guardar algum e liga pro banco pra quitar a dívida. (Fulano) – Quanto sai pra quitar a dívida? (gerente) – XXX reais. Pode fazer? (Fulano) – Esse é o valor, descontados os juros e trazido a valor presente? (Gerente) – É esse valor, mais a multa. (Fulano) – Multa? Que multa? (Gerente) – O banco cobra uma multa para quem antecipa o pagamento. (Fulano) – Quer dizer que eu tô sendo punido por pagar antecipado? (Gerente) – Não é punição. (Fulano) – Mas você não disse que é multa? Multa é punição! (Gerente) – Não é multa, é tarifa. (Fulano) – Ahn! E de quanto é a tarifa? Algo em torno de 10% do valor da dívida. (Gerente, impaciente) – Posso fazer o débito? (Fulano, desanimado) – Pode.
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Lá vai o dólar Desde que o mundo é mundo, empresários, economistas mal informados, lojistas, oposição e torcedores do Flamengo elegem um vilão para culpar todos os problemas do país. Em 1998, a culpa de todos os males era do dólar baixo. Esse movimento resultou na queda do Gustavo Franco, então Presidente do BC e simultaneamente tivemos a desvalorização cambial. De 2000 até 2005 a culpa eram dos juros altos. De 2006 para cá e mais precisamente esta semana, a culpa voltou a ser do dólar baixo. O que sempre me chamou a atenção é como as pessoas imaginam ser simples fazer o país dar certo. Bastaria com uma "canetada" abaixar os juros para 6% ou tomar uma série de medidas para empurrar o dólar para R$2,50 ou R$3,00 e tudo estaria resolvido. Depois de 507 anos dando errado, parece claro que os problemas do Brasil vão além de 1% de juros para lá ou para cá e de 20 centavos de dólar para cima ou para baixo. Reparem que os juros no Governo Lula caíram de 26,5 % para 13% e o país não cresceu. De 1994 para cá o dólar já custou 1, 2, 3 e 4 reais e o país também não cresceu. A balança comercial teve saldo maior ano passado com dólar a R$2,25 do que em 2002 quando chegou a bater R$4,00. Alguém sabe por quê? Porque, chutaria eu, os problemas são mais complexos do que parecem e sempre que se tomam medidas paliativas(como foi o PAC) o Governo ajuda alguns, porém atrapalha outros. Ou alguém conhece algum importador ou dono de agência de turismo que prefere o dólar a R$4,00 ? Alguém conhece alguém que vive de renda que prefere os juros a 10% ao invés de 30%? Hoje todos têm telefone, um dia todos terão energia elétrica e saneamento básico, quem sabe um dia estradas, portos, aeroportos e ferrovias. Um dia não precisaremos contratar um despachante, um dia vai se demorar menos de 6 meses para abrir uma empresa no Brasil. Alguém será prejudicado quando isso for uma realidade? O dólar baixo traz vantagens e desvantagens como quase tudo na vida de um país grande como o Brasil, porém infelizmente ele é a bola da vez. Espero que dessa vez não custe a cabeça de outro Presidente do BC que sem dúvida é muito mais competente que nosso Ministro da Fazenda. E podem se preparar, se o Governo não fizer nenhuma 'barbeiragem", em março veremos o dólar custando R$2,00. Para alegria de uns e tristeza de outros.
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Enquete da semana: Zona azul no Parque do Ibirapuera
A partir do próximo dia 26 os motoristas que estacionarem os seus veículos no Parque do Ibirapuera deverão comprar bilhetes de Zona Azul, no valor de R$1,80, válidos por duas horas. Qual a sua opinião sobre a medida? Opine através deste blog ou do e-mail: fimdeexpediente@cbn.com.br. Para começar a conversa, deixo aqui minha opinião. Considero a cobrança um sintoma e não um problema. Explico. A taxa está entrando em vigor pela insuficiência de vagas disponíveis aos freqüentadores do parque e para coibir alguns abusos, como a utilização destas vagas como estacionamento para as empresas situadas nas proximidades. O problema se acentua nos finais de semana quando o número de visitantes é realmente impressionante – os números divergem, mas já ouvi falar em meio milhão de pessoas aos domingos. O fato é que com a atual escala da cidade, num local de acesso irrestrito e gratuito como é e deve ser um parque municipal, a estrutura para receber os visitantes já está ultrapassada e o problema só tende a se acentuar. Desse modo, a cobrança serve como um paliativo, uma preliminar ao desejo, já expresso, e que já fora articulado na gestão Marta Suplicy, de criar garagens, bolsões de estacionamento, para atender a demanda de automóveis. Tal reflexão, a meu ver, faz parte de um processo de importar soluções da iniciativa privada para as demandas públicas. Como no caso de um shopping que compra o terreno vizinho para aumentar suas vagas, a prefeitura reflete este mecanismo ao invés de fazer o que lhe cabe: interceder através de mecanismos que impliquem transformações imediatas e de longo prazo. E que tipo de transformação poderia ser pensada para este caso? Algumas soluções existiram, começaram a ser feitas e acabaram abandonadas. Lembro-me que na concepção original da Av. Nova Faria Lima havia uma ciclovia que possibilitaria ligar a Praça Panamericana ao Parque do Ibirapuera – trechos dela, como documentos arqueológicos, ainda podem ser vistos próximos ao Largo da Batata. Esta ciclovia, combinada a uma nova que ligasse o Parque do Povo na marginal Pinheiros ao Ibirapuera, e que se somassem a disponibilidade de vagões especiais para ciclistas no trem espanhol que serve à Marginal, já seria uma opção interessante, que poderia convencer muitos ciclistas a deixar de carregar uma bicicleta dentro de um automóvel, e passar a utilizá-la como um meio de transporte. Uma segunda ação seria criar linhas especiais de ônibus – por que não gratuitas nos finais de semana? – ligando o parque aos grandes corredores que o circulam, como a Av. Santo Amaro, a linha férrea que atende a Marginal Pinheiros e a Av. Paulista. Se o sistema fosse realmente eficiente, com constante circulação, teríamos mais motoristas desistindo de utilizar seus carros. As idéias acima não são de nenhum especialista em transporte público ou urbanismo. São de um cidadão que ainda acredita nesta cidade. Assim nem cheguei a mencionar a falta de metrô na região, solução que deveria ser mais do que pensada, mas que parece muito distante de sua aplicabilidade no curto prazo. O fato é que colocadas estas opiniões, o único argumento que me convenceria da necessidade de mais um tributo seria o de aplicar os recursos obtidos, não no aumento de vagas e soluções simplistas que privilegiem o automóvel, mas sim em soluções que nos possibilite diminuir a dependência desta grande invenção que a cada dia mais nos aprisiona e nos afasta do mundo e da cidade que habitamos, inclusive nas nossas horas de folga.
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Programa de hojeHoje no programa vamos falar da indústria da moda. Convidamos a jornalista Erika Palomino pra conversar com a gente sobre este mercado em ebulição. Além disso, dando prosseguimento a alguns dos temas levantados no programa da semana passada, vamos falar um pouco da “cultura da noite” em São Paulo, uma cidade que parece nunca dormir embalada for festas, DJ’s internacionais e grandes shows. No estúdio José Godoy e Luiz Gustavo Medina, e de algum ponto da Europa, Dan Stulbach. Até mais.
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Superbowl Domingo teremos a final do futebol americano nos EUA. Apesar de ser um assunto de interesse nulo por aqui, tenho algumas curiosidades interessantes: Das 10 maiores audiências da TV americana, 5 são finais do Superbowl; cada intervalo de 30 segundos vai custar U$ 2,5 milhões; no intervalo do jogo vai ter um show ao vivo do Prince; reza uma lenda (que por incrível que pareça tem alto índice de acerto) que quando ganha o time da conferência AFC, a bolsa dos EUA fecha o ano em alta e quando ganha o time da conferência NFC, ela cai; é o dia em que mais se vende cerveja no mundo e por conseqüência o dia seguinte é o dia em que mais gente falta ao trabalho nos EUA. A última é que por anos a fio toda vez que acabava o jogo as emissoras de TV corriam atrás do quarterback (lançador) do time vencedor e faziam a pergunta: Para onde você vai agora? E se ele respondesse “eu vou para a DISNEYWORLD!” levava 1 milhão de dólares para casa. Para quem quiser conferir, a ESPN passa o jogo ao vivo de Miami nesse domingo às 21h.
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O Oscar vem aí... Depois de um ano morno no cinema, as primeiras coisas que assisti em 2007 não foram muito animadoras. A boa notícia é que com a chegada do Oscar, chegam também os melhores filmes. Esse fim de semana tem algumas estréias que valem a pena conferir. Particularmente estou ansioso pelo “Último rei da Escócia” e pelo novo filme do Will Smith.
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Pequena história da bicicleta e do automóvel (nem tão pequena assim)Não entendo nada de carros. Aos olhos de um mecânico de automóveis não passo de um “mané”. Nos meus tempos de motorista, nada me dava maior aflição e tédio do que tirar a manhã do Sábado para “ajustes mecânicos do veículo”. A pior parte era ouvir as explicações técnicas do problema, com termos que sempre davam a entender que o carro estava próximo de nunca mais se recuperar. Bloco do motor, pastilhas, correias dentadas, cilindro. As palavras desciam pesadas pelos meus ouvidos, acelerando meu coração. E por fim o toque final: a fatura. Nenhum reparo de automóvel é barato. Eles se dividem em dois tipos: os que você vai suar pra pagar e os que você nem sua, chora. Bom, a minha sorte foi ter conhecido o João, um mecânico que trabalhava numa portinha perto de casa. O João tinha uma grande vantagem em relação aos outros mecânicos. Ele não sabia do que ele estava falando, e eu não entendia o que ele falava. Pra completar, findado o serviço, ele escrevia o orçamento num papel de pão e me entregava, e eu tentava discernir o que ele havia escrito. O resultado era fantástico, o João descobria um problema e lhe dava um nome, um nome engraçado que me divertia. Enquanto eu ficava matutando aquele nome bonito na cabeça, o João consertava o veículo. No final da manhã eu passava na oficina e ele me mostrava umas duas peças cheias de graxa que eu não sabia se eram do carro, da cabeça dele ou da minha, e então ele me mostrava o pedaço de papel de pão. Eu olhava aqueles hieróglifos e tentava, como um egiptólogo, decifrá-los, escrevendo minhas deduções numa folha de cheque. Ele sorria e me dizia que as peças tinham um ano de garantia, mas o serviço era pra sempre, ou até que ele estivesse vivo. O fato é que um dia o João se mudou para o interior, enquanto eu vendia meu carro e comprava uma bicicleta. Na semana passada, tirei a manhã do Sábado para consertá-la. O mecânico me falou que o problema era o bloco ou o cilindro de não sei o quê. Já me imaginei tendo que comprar uma nova bicicleta. Perguntei quanto era o serviço. Ele me disse: “vinte e cinco reais”. Sorri aliviado e lhe entreguei o dinheiro. E então ele arrematou: “a garantia das peças é de um ano, mas a do serviço é para sempre”. Olhei com atenção para o seu rosto. A face de João iluminara-se.
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Enquete da semana A pergunta é a seguinte: O que vocês acharam do PAC, nosso assunto da semana, do mês, do ano. Vai ser servir de alguma coisa? Opine, ou por e-mail no fimdeexpediente@cbn.com.br, ou deixe seu comentário aqui, e na próxima sexta vamos conversar um pouco sobre o assunto a partir destas opiniões. abraços,
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A disputa na CâmaraAcaba em primeiro de fevereiro essa novela ruim, com protagonistas ruins. Começa no mesmo dia mais um capítulo da nossa agonia por um Parlamento que cuide dos nossos interesses. Espero que nesse mesmo dia, nosso Presidente, já saiba quem serão os novos Ministros, pois está ficando ridículo o Executivo e o Legislativo “ratificarem” a idéia de que o ano só começa após o Carnaval.
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Programa de hoje
O programa de hoje tem como pauta um assunto que há algum tempo gostaríamos de abordar: a São Paulo noturna, o exército de pessoas que trabalha enquanto a maioria dorme. Para nos ajudar a discutir o tema, convidamos dois jornalistas que trabalham durante a madrugada na CBN: Clésio Botelho e Andréa Ramos Bueno. O Clésio, além de chefe de reportagem da madrugada, é o produtor do Jornal da CBN que o Heródoto Barbeiro apresenta. Já a Andréa é a repórter da madrugada. É ela quem apura os acontecimentos que ocorrem na cidade durante este período. Se a cidade que a maior parte de nós conhece fez aniversário ontem, quantas outras cidades convivem neste mesmo espaço físico, dentro de seus limites? Para aguçar ainda mais a discussão, um de nós está em Berlim, e trará suas observações a respeito desta que é uma das mais interessantes cidades européias. Até lá!
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Lá vai o Brasil ... O assunto dessa semana é o PAC. Que nome ruim!. Lendo as propostas, concluo que o nome é similar às idéias. Antes de reclamar e criticar, digo de antemão, que minhas previsões de crescimento para o Brasil esse ano são superiores as que tenho visto. Não acho difícil crescermos 4% em 2007. Aliás tenho duas certezas para 2007: teremos inflação e crescimento maiores que 2006. Esse relato de otimismo é crucial para que ao final de 2007, não apareça o Guido Mantega dizendo que o país cresceu graças ao PAC. Acho bobagem dizer que eu esperava que um Governo que acabou de ser eleito tivesse força e coragem para falar sobre as reformas que o país precisa. Em momento algum foi dito algo como corte de gastos ou controle ou qualquer coisa que indique que o Governo vai parar de jogar o dinheiro dos nossos impostos no lixo. Isso significa que o Governo, assim como em 2003, vai perder a chance, de novo, de mudar o país. O PAC, neste momento, me lembra o Fome Zero. Alguém lembra do Fome Zero? Graças a uma bem sucedida política monetária e um cenário fabuloso internacional, o país terá mais dinheiro o ano que vem (teremos menos juros para pagar). Com esse dinheiro o Governo tinha três opções: não fazer nada com o dinheiro e assim reduzir os impostos das pessoas e das empresas (inevitavelmente as pessoas e empresas com mais dinheiro, aqueceriam de forma sustentável a economia e as empresas teriam mais caixa para investir); aproveitar esse dinheiro e PAGAR parte da dívida (com isso os juros cairiam monstruosamente e inevitavelmente a economia seria aquecida de forma sustentável); o Governo resolve que ele vai tomar as decisões de investimentos com esse dinheiro, não vai diminuir a dívida, não vai cortar os impostos de uma maneira geral, não vai criar nenhum incentivo para a iniciativa privada investir e por fim aumentará em muito o peso político de toda a decisão, o que no mínimo significa lentidão. Evidentemente escolheram a última. O que eu faria? Usaria as famosas PPPs, concessões ou privatizações para tudo que for infraestrutura. Isto atrairia a iniciativa privada, aqueceria a economia, diminuiria os gargalos e evitaria que o Governo colocasse a mão no bolso. Com isso resolvido e com o dinheiro no bolso poderia investir em saúde e educação ou cortar os nossos impostos. Outra coisa: dar força as agências regulatórias, sem elas ninguém acredita que as regras serão cumpridas. Pareceu simples? Juro que eu acredito ser simples assim. O mundo está ávido por investir. Basta a gente não atrapalhar que eles resolvem o nosso problema da falta de Governo. O PAC não atrapalha, porém está longe de ajudar e isso é muito pouco para um Governo que acabou de assumir e que dizia que ia "destravar" o país.
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Dejà vu
Ontem fui assistir ao filme “Dejà vu”. Hoje assisti ao anuncio oficial do PAC (Plano de aceleração do crescimento). O primeiro tem uma idéia revolucionária, um grande protagonista, mas se perde no meio e termina de forma ridícula com poucas explicações e muitas dúvidas. A impressão que fiquei é o que o diretor se enrolou tanto que desistiu de achar uma saída para o que havia criado. O PAC tem uma idéia arcaica, será gerenciado pela Dilma, se perde desde o começo, mas pode ter um resultado bom. Claro que o bom resultado, em hipótese alguma, se dará por causa do PAC. A impressão que eu tenho é que o Lula ainda não entendeu o que precisa ser feito e o pior ainda não desistiu de achar uma saída para o país. Como ele não entendeu e ainda não desistiu, voltamos a caminhar para o lado errado. Outro DEJÀ VU.
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Do sonho do livro ao livro dos sonhos - 2Escrevi em um “post” antigo a história de como surgiu a idéia de escrever um livro de finanças com o Zé, supostamente um poeta. Na última semana saiu o segundo livro da nossa coleção “As dicas do Sr Alceu”. Este livro, originalmente, era o primeiro da série, porém uma mente doentia resolveu lançar o livro 2 antes do livro 1. “Investindo sem erro” chega para ajudar, de forma estupidamente leve e didática, como se organizar financeiramente, e feito isto, o que fazer com o dinheiro que passa a ser poupado. Evidentemente todos sabem os problemas que uma vida financeira desorganizada gera, e, cuidar disto passa por reconhecer e identificar os erros cometidos, que como quase tudo em nossas vidas, depende da nossa vontade de mudar esse filme. Espero que o livro seja uma ferramenta dessa mudança e convido a todos para a noite de lançamento, dia 07/02, a partir das 19h, na Saraiva Mega Store do Shopping Eldorado
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O programa de hojeExcepcionalmente, o programa de hoje foi gravado com antecedência, na manhã da sexta passada, dia 12/01. Aproveitamos a estada do Zé no Rio para tentarmos algum convidado local, e o escolhido foi o psicanalista Alberto Goldin, colunista do jornal “O Globo”. Conversamos sobre medo, desejo, relacionamentos e outros assuntos que fazem parte da rotina de um terapeuta. Uma conversa bem franca e ilustrativa. Assim, hoje, infelizmente, os ouvintes não poderão enviar suas perguntas e opiniões, nem pelo chat, nem pelo e-mail, mas na semana que vem estaremos de volta, ao vivo. Um grande abraço a todos.
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Rio e São Paulo, mútuo aprendizadoEstou passando este mês na cidade do Rio de Janeiro. Andarilho e inocente como só um estrangeiro pode ser, tenho observado alguns exemplos da possibilidade de aprendizado entre as cidades. Poderíamos copiar do Rio, por exemplo, a quantidade de lixeiras nas ruas, o grande número de ciclovias, as calçadas mais amplas e bem cuidadas. Há na cidade uma sensação de harmonia que só o respeito a determinadas normas arquitetônicas pode gerar. Chama-se plano diretor, e aqui ao que tudo indica, este sofreu menos “flexibilizações” do que em São Paulo. A gente se esquece, mas somos condicionados a procurar simetrias, formas que não se choquem umas com as outras, e neste ponto São Paulo está ainda na era das cavernas. Por outro lado se verifica por aqui uma espécie de déficit de cidadania. As regras de trânsito parecem precedidas de negativas (“não pare no sinal”, “não respeite a faixa”). Nas ciclovias a história é a mesma. Muda-se o veículo, mas o caos persiste. As calçadas amplas e com belas árvores são ocupadas por carros, e não são poucos. A violência está introjetada de tal forma no imaginário coletivo, que expressões do tipo “quem mandou entrar no túnel?” são corriqueiras. Note-se que sem entrar em túneis não se chega a determinadas partes da cidade. Seja como for, estamos no Brasil, e a equação parece a mesma em todo o território nacional: dava para ser muito melhor, não é difícil saber como, mas permanecemos em nossa inércia, em nossa letargia.
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Recado do Duco Caros Amigos > >Durante os 9 meses de 2006 em que estivemos juntos, graças ao Fim de >Expediente, muitas coisas boas aconteceram nas nossas vidas. >Agradeço aos novos amigos da rádio CBN e aos ouvintes, pelo carinho >e a amizade sincera. >Desejo muito sucesso ao trio que segue no comando do programa e sigo >na torcida particular pelos amigos. Como ouvinte, seguirei me >divertindo e desejando a todos as melhores vibrações ! >Obrigado pela excelente experiência de 2006 e pelo aprendizado >proporcionado. Que 2007 traga lindas novidades e possibilite sucesso >na implementação dos novos projetos de vida. > >Com imenso carinho > >Rodrigo Bueno de Moraes (Duco)
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PolíticaGABEIRA Acabei de ouvir uma parte do programa que fizemos com o Gabeira. Confesso que foi o convidado que mais me fez “tremer as pernas”. O programa com ele e o delicioso papo que tivemos com ele antes do programa, foram momentos dos quais eu pensei muito ao longo de 2006. Ano este em que cansamos de ler e ver as barbaridades ocorridas em Brasília. No meio do caos era sempre: alguns caras dizendo serem inocentes x alguns poucos querendo investigar, dentre eles, sempre estava Fernando Gabeira. Não por coincidência foi o deputado federal mais votado do RJ. Em semanas irão eleger o presidente do Congresso, o quarto na linha de importância do país. Depois do Severino e vendo essa briga entre Aldo Rebelo? X Chinaglia (???) a gente bem que merecia que um sujeito com mais moral, mais amor pelo país, mais isento, mais respeitado. Gostaria que o Gabeira ganhasse.
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O REVEILLONFui para a praia no reveillon. Como todo mundo demorei horas para ir, horas para chegar e fiquei horas durante o ano novo pensando e planejando em que horas voltar, afim de não enfrentar o caos. A Rodovia Rio-Santos era ruim há 20 anos, hoje, ela é a mesma, porém passam 20 vezes mais carros. Não param de surgir condomínios e prédios (um mais caro e mais bonito que o outro). Fizeram de tudo ao longo da rodovia, esqueceram apenas de fazer uma rodovia. Esqueceram também de investir em saneamento básico e energia, por isto, fica tudo imundo e vários lugares ficam sem luz. Nessas horas lembro que o país tem “vocação para o turismo” e fico furioso. Prometi-me que nunca mais vou ao litoral norte até arrumarem tudo isto. Em tempo, me perguntaram para onde eu iria então. Fiquei sem resposta e dias depois fiquei quatro horas na estrada. Alguém sabe o que fazer? P.s Demora-se de trem 2 horas para ir de Londres à Paris; 5 horas de Berlim à Praga, 3 horas de Amsterdam à Bruxelas e 4 horas de carro do Guarujá a São Paulo.
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Estamos de voltaVoltamos, e 2007 já parte apressado. Começamos hoje uma nova fase do programa. Com modificações que iram se consolidar ao longo dos próximos meses. Pretendemos ampliar algumas das discussões que tivemos, e abrir diálogo entre nossa experiência como paulistanos que se comunicam com paulistanos e a vivência de outras localidades. Com este intuito este blog passa a ter além das postagens atuais, postagens que ajudem a estabelecer uma “ponte” com outras localidades. Também dentro deste intuito, iniciamos a partir do programa de hoje, uma situação testada no final do ano passado e que pretendemos utilizar mais vezes: a participação de um de nós de alguma outra cidade. Hoje e na próxima sexta o Zé Godoy fará o programa direto da CBN-Rio. Nas semanas seguintes mais novidades. E, para aguçar nossa vontade, o convidado de hoje é Gilberto Dimenstein, que fez de sua experiência como correspondente em Nova York um laboratório de estudo e aprendizado das soluções para uma grande metrópole. Como esta São Paulo onde residimos, e que cada vez mais precisa ser repensada, para quem sabe, se tornar a cidade que nosso desejo projeta, desenha.
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O último programaHoje é o nosso último programa ao vivo neste ano imenso e intenso que luta para não acabar. No meio do caos da semana, das confraternizações intermináveis, e da preparação das viagens e festas, editamos duas retrospectivas a serem transmitidas em 29/12 e 05/01. Agradecemos a todos vocês que por aqui estiveram, ou que nos acompanharam todas às sextas a partir das 19h. Voltaremos ao vivo em 12/01, assim com este blog volta a ter novas postagens nesta mesma data. Um abraço a todos e um grande 2007. Dan, Teco, Duco e Zé
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BrasilPRESSÃO QUE FUNCIONA Desde o anúncio do aumento de 91% nos salários dos parlamentares, as manifestações de indignação e contrariedade foram generalizadas. Setores da sociedade como os sindicalistas, os estudantes, as entidades de classe e os veículos de comunicação (entre outros) se posicionaram contra o abuso "auto-concedido" por um grupo de parlamentares (não podemos generalizar). Milhares de cidadãos comuns (dentre os quais me incluo) bombardearam as caixas de e-mails dos senhores deputados e senadores que aprovaram tal absurdo. Entendo que não exista uma caixa postal que suporte tamanho acúmulo de mensagens... Hoje os jornais destacam que, baseado em um mandado de segurança impetrado por deputados contrários ao aumento e na PRESSÃO DA SOCIEDADE, o STF anulou o aumento concendido. Isso obrigará o congresso a rever o reajuste com base na inflação do período (de 28,4% e não de 91%), o que caracteriza a "vitória do bom senso". Lembro que não houve nenhuma invasão ao parlamento ou nenhuma destruição do patrimônio público ou privado. Mesmo assim o anseio popular foi atingido - o supersálario não vingou e a "voz do povo" foi acatada. Torço para que esse "exemplo de reivindicação" seja seguido em outras legítimas manifestações populares e que a invasão e destruição de terras produtivas, patrimônio público, estabelecimentos comerciais,entre outros, seja substituída pela "AMEAÇADORA INVASÃO DAS CAIXAS POSTAIS DOS PARLAMENTARES". Trata-se de algo menos violento e, pelo jeito, mais eficaz...
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CulturaATOR/ROBÔ, ESPECTADOR/JOGADOR Assisti ao novo 007, “Cassino Royale”. Saí tenso e mal humorado. Quase três horas de explosões, tiros e torturas. Viva os dublês, novos astros do cinema. Viva os efeitos especiais, visuais, sonoros, quase gustativos. Viva a morte do ator, transformado em boneco, robô, numa tentativa de reproduzir personagens de video-game, transformando o espectador num jogador passivo. Azar de quem, como eu, acreditava que atuar era coisa pra poucos, e que escrever um roteiro deveria ser mais do que definir especificações técnicas. Saudades de Sean Connery, de sua ambivalência e charme. Saudades de cenas demoradas de sedução que valiam mais do que hoje é tão explícito. Saudades de vilões, que variavam entre ter um tamanho descomunal, ou uma mão biônica. Saudades de perseguições de carros verossímeis. Por fim, saudades de um filme que fazia sentido num mundo separado em dois blocos, mas que como mais uma franquia do mundo do entretenimento que nos enviam, hoje não é mais do que um prospecto de parque de diversões californiano, ou de uma estação de esqui nos Alpes. Lazer tolo e popularesco, no pior sentido do termo. Meus ombros não mentem.
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ECONOMIADia épico no Mercado Financeiro Sexta-feira pela primeira vez na história, a bolsa brasileira rompeu os 44.000 pontos. Não por coincidência, nesse mesmo dia o risco-Brasil atingiu a mínima de 200 pontos. Mas o que isto significa? Significa que aos olhos do investidor estrangeiro (que é quem de fato comanda o mercado), nunca foi tão seguro investir aqui. O grande problema é que esse “investir” significa aplicar recursos no mercado financeiro e não no Brasil. Soa muito estranho esse hiato de apetite, mas o que reforça a minha tese de que existe dinheiro e existe apetite, só falta darmos as razões (que já conseguimos oferecer no Mercado financeiro) ao mundo real dos negócios. Por fim na sexta feira, ocorreu uma assembléia, onde os acionistas minoritários conseguiram barrar uma incorporação sugerida pelos acionistas majoritários da Telemar. As razões de ambos pouco me importam nesse momento. A melhor notícia foi o aviso de que os minoritários merecem respeito e precisam ser ouvidos. Só assim, atingiremos todas as pessoas no país, com um mercado de capitais forte.
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EsporteDAVID VENCEU O GOLIAS Ao contrário das previsões da imprensa especializada, o Internacional de Porto Alegre sagrou-se Campeão Mundial de Clubes pela Fifa. O futebol brasileiro é premiado pelo "conjunto da obra", em um ano aonde a perda de um único título importante - o da Copa do Mundo - recaiu sobre as "grandes estrelas" (que eram nossas e não dos adversários). Não fosse a Copa do Mundo da Alemanha - o "país do futebol" seria ainda mais glorificado.... Parabéns ao grande Inter e aos seus funcionários. Provaram que o futebol, assim como a vida, precisa de "senso coletivo e valorização do grupo". Em um ano de "derrotas das grandes estrelas", começo a refletir sobre o significado de "ser brilhante", "genial" ou "indispensável"...
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Hoje no Programa
O jornalista Caco Barcellos é o nosso convidado de hoje. Se você tiver perguntas ou sugestões envie para o e-mail fimdeexpediente@cbn.com.br, participe do blog na hora programa, ou publique seu comentário aqui no blog. Um abraço e até mais tarde!
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ProgramaSOBRE OS NOSSOS PILOTOS Treino é treino, jogo é jogo. Com essa máxima futebolística em mente, começamos o projeto deste programa. Treino para nós era convencer nossas respectivas esposas e afins, de que passar as noites de Domingo com outros três amigos, agindo como se estivéssemos numa rádio, enquanto um gravador portátil nos gravava, era a coisa mais normal do mundo. Pois bem, depois de inúmeros treinos, passamos para os coletivos (se você não está familiarizado com termos futebolísticos não se preocupe, coletivo é apenas um treino mais organizado). Na verdade, na verdade, coletivo mesmo só fizemos um, porque os demais, pelo menos na minha opinião, já foram pra valer. Bem, esse “coletivo” foi o primeiro piloto que gravamos. O baterista da minha antiga banda, tinha um micro-estúdio dentro de seu quarto, mais do que o suficiente pra gravar quatro caras conversando, antes que os divórcios começassem a aparecer. Num belo Domingo, logo depois daquele almoço que até hoje é lembrado pelo preço astronômico do café, nos dirigimos para a casa dele. Tudo era muito improvisado, o pedestal do microfone (o, não os, pois era apenas um) era a fruteira, e a mesa de jantar nossa bancada. Enquanto isso o Alja (esse é o nome do meu amigo) controlava tudo lá do quarto. Bom, para encurtar a conversa: após uma hora de gravação, já convencidos que dificilmente faríamos coisa melhor, fomos surpreendidos pela repentina aparição dele, Alja, na sala, passando avidamente as mãos entre os cabelos, até que elas atingissem os olhos, e então, esfregando-os compulsivamente, soletrou a fatídica, mas mais do que verídica frase: “Perdi tudo!”. Silêncio. Silêncio novamente. E, mais um pouco de silêncio. Sem argumentos diante de tamanho constrangimento, fizemos o que fazemos melhor: rir. E então rimos novamente, e quando percebemos que não era brincadeira, resolvemos gravar tudo de novo. Era novembro de 2004, e com o cd contendo a segunda gravação da tarde em mãos, passamos a enviar nosso material para algumas rádios. Dois anos depois, depois de algumas negativas, num encontro prosaico o Dan entregou a gravação para a Mariza Tavares, diretora da CBN. Deste então, nossas mulheres agradecem a volta dos Domingos normais às casas.
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BrasilERROS DE INTERPRETAÇÃO Duas notícias chamaram a atenção da minha "leitura dominical" - a discussão entre a cultura e o esporte sobre a aplicabilidade das leis de incentivo e a constatação de que um médico vale seis vezes menos do que um profissional do poder judiciário para o remunerador público. Esses casos retratam os erros de interpretação que cometemos na discussão dos temas. Esse "comparativo jornalístico" conduz a uma falsa impressão de que um lado concorre com o outro "pela mesma fatia do bolo". Isso não pode ser entendido como uma "verdade absoluta". No primeiro caso analiso uma curiosa interpretação do lado da cultura. Considerem, por exemplo, a declaração da atriz Fernanda Montenegro (OESP - 11/12/06) - Se nos basearmos nos textos das leis de incentivo, você acha que uma empresa vai optar por investir em um time de futebol ou em um espetáculo artístico? Uma observação importante: O futebol não está inserido nessa lei de incentivo (apenas o esporte amador) e o montante de 4% da renúncia fiscal passível de ser atingido pelas grandes empresas (como no caso da Petrobrás) não vem sendo atingido, na maioria dos casos, apenas com o incentivo à cultura.Considero que, independente dos "potenciais de arrecadação", a cultura e o esporte precisam dessa lei para serem viavéis. Não seria melhor os setores lutarem juntos contra o "mal em comum" - a porcentagem de renúncia fiscal de 4%? Que tal lutarem para transformá-la em 6 ou 8%? Esse seria um grande investimento no desenvolvimento do país. Atuando em conjunto irão ajudar, indiretamente, a saúde, o saneamento, a educação, a ciência & tecnologia e uma série de outras áreas sem o devido "amparo governamental". Essa é a briga certa, pois obrigaria o governo a investir melhor o seu, ainda assim espetacular, montante arrecadado. A mesma regra se aplica na questão da remuneração dos médicos e do judiciário. A luta tem que ser pela "igualdade dos direitos à valorização" e não entre os segmentos. É a hora das entidades de saúde se unirem em torno dos interesses comuns e fazerem valer seus direitos. Proponho, ainda, a ampliação desse enfoque para as injustiças cometidas contra os professores e inúmeros outros setores produtivos para a construção do nosso futuro... ou alguém advogaria contra essa causa? Não se pode "tapar o sol com uma peneira". O governo arrecada muito, desperdiça e aplica mal o seu dinheiro. Não se trata de um jogo desse setor contra aquele, mas de todos CONTRA o desperdício das boas idéias e a repetição dos conceitos retrógrados que tanto nos custam caro.
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EconomiaPERSPECTIVAS DA ECONOMIA PARA 2007. O ano de 2006 trouxe mais uma vez uma grande frustração em termos de crescimento para o país. O lado bom dessa decepção é a crescente percepção de todos de uma coisa, que modestamente defendo há anos: o problema do país nunca foi os juros, o câmbio, a inflação... e sim a falta ou as más aplicações dos investimentos. Defendia isto porque temos milhões de casos de países como o Japão que tem juros e inflação próximos a zero e viveu uma grave recessão. A Argentina experimentou grande prosperidade com câmbio fixo e a paridade com o dólar. O Governo Lula cortou os juros de 26.5% para 13.25% e o país não cresceu nada nesse período. Enquanto o país não for atraente, estável, promissor, menos burocrático. Enquanto energia, estradas e portos forem empecilhos, nenhuma grande indústria virá aqui fazer grandes investimentos. Depois de 12 anos com crescimento baixo, percebo que estamos cada vez mais perto dessa conclusão. O próximo passo será agir e logo. Temos um mundo inteiro ávido por investir aqui, basta que seja sinalizado que queremos isto e que as regras não mudarão a qualquer momento, que os investimentos irão aparecer e com eles virá o crescimento, a geração de empregos, o aumento da arrecadação. Simples assim.
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TecoDO SONHO DO LIVRO AO LIVRO DOS SONHOS Lendo um livro resolvi abrir uma empresa. Meses depois lendo outro livro (da mesma autora), resolvi que deveria escrever alguns livros. Não era apenas por vaidade, era uma necessidade profissional conseguir aumentar o conhecimento financeiro dos meus clientes. Um dia, enquanto esperávamos o Dan por horas para gravar mais um programinha teste, falei para o Zé que tinha uma idéia há quase 3 anos e que não conseguia finalizar. Queria que alguém tornasse o meu livro "técnico" em uma obra simples, de fácil acesso, quase um romance. Um ano depois, terminamos, junto com o Marco Gazel, os três livros de finanças pessoais que compõe uma coleção que chamamos de "As dicas do Sr Alceu". No começo desse ano, a Editora Saraiva, comprou os direitos destes 3 livros e relançou o primeiro: “Investindo em Ações - os primeiros passos”. Hoje, 07/12, no jornal Valor Econômico, ele foi eleito um dos dez livros fundamentais para quem quer aprender a ganhar dinheiro. Nunca mais vou dormir! O segundo sairá na semana que vem e o terceiro em algum momento de 2007. Às vezes os sonhos se tornam realidade! P.s. - Apenas para colocar a cereja no bolo, Sábado, dia 09/12, a CBN transmitirá um talk show sobre finanças pessoais, junto com o lançamento do novo livro da Mara Luquet, a tal escritora, mencionada duas vezes na primeira linha. Não quero acordar nunca mais!
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ProgramaPara "aquecer o clima" do programa Fim de Expediente de amanhã, segue um breve resumo da carreira do nosso convidado - Tom Zé. Antônio José Santana Martins, o Tom Zé, nasceu a 11 de outubro de 1936 em Irará, interior da Bahia. É compositor, cantor, arranjador e ator. O artista é considerado uma das figuras mais originais da Música Popular Brasileira, tendo participado ativamente da Tropicália nos anos 1960 e se tornado uma voz alternativa e influente no cenário musical do Brasil. Mandem as suas perguntas através de um post nesse blog ou pelo e-mail do programa: fimdeexpediente@cbn.com.br. Até amanhã e um grande abraço a todos!
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CidadeA CRIATURA E O CRIADOR Fiquei impressionado com o contraste retratado na "cena do dia". De um lado - o diretor mundial de propriedade intelectual da Microsoft - Keith Beeman, visitando a Rua Santa Ifigênia, em São Paulo. Do outro - o camelô "Mouse" e seus "programas piratas", alguns ainda nem lançados oficialmente pela empresa. Após o encontro cada um teve direito a uma declaração de impacto. O diretor afirmou: - "O mais impressionante é a sinceridade deles em dizer que é pirata". Ao camelô coube o alerta - "O oficial é caro e a maioria das pessoas, que precisam do programa, não podem pagar mais de 10 reais"... Sinais da globalização em uma cidade e um país à margem do crescimento mundial...
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EsportesRONALDINHO ME FEZ CHORAR Ando meio emotivo. Não sei se por conta do Natal, da campanha do Corinthians, ou, simplesmente, porque cansei de levar as coisas muito a sério. O fato é o seguinte: Ronaldinho me fez chorar. Ontem larguei o trabalho, o que no meu caso significa ir de um cômodo para outro, e liguei a tv, pra quem sabe, ver um bom jogo de futebol, coisa que há muito não via. E não é que vi! Mais. Vi Ronaldinho fazer uma coisa que nunca vira antes. Vi ao vivo, em cores, no momento, assim como se estivesse no set de filmagem do Fellini, ou escondido no ateliê do Magritte. Vi e ninguém me contou. Vi com meus olhos. E, ao entender que aquilo estava acontecendo ali, captado pelas minhas retinas, chorei, de felicidade. Posso ver e rever no Youtube. Mil vezes. Mas algo é impossível de ser reproduzido: o impacto que a imagem daquela bola rolada, sob a barricada germânica, lançada por um pé brasileiro, em mim produziu.
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ProgramaSOBRE CAFÉS E OUTRAS BOBAGENS Desculpe-me o tamanho do texto, mas hoje estava com vontade. Houve uma época em que trabalhava num escritório. Mas havia um problema: eu não gostava de escritórios, e meu temperamento, por assim dizer, era um pouco caótico para caber num deles. Em pouco tempo, porém, descobri o que muitos já haviam percebido há muitos anos: o café. O café era o álibi, um eufemismo, uma forma figurada de dizer: não estou agüentando mais isso! O problema é que um excesso de criatividade e uma ingenuidade latente me fizeram querer mais. Acreditava que a razão de se tomar o café, era o café em si e não, como gostam de dizer os marqueteiros, seus valores intangíveis. Descobri um café próximo de muito boa qualidade e lá passei prazerosas tardes, até que fui comunicado de que teria o direito a passar o dia inteiro tomando quantos cafés eu bem quisesse aonde bem entendesse. Estava demitido. Não mais álibis imperfeitos! Corta. Há dois anos, no final de 2004, fomos gravar um piloto de nosso futuro programa de rádio num pequeno estúdio, mas antes resolvemos almoçar juntos, uma comida simples como uma massa, num desses restaurantes de grife. Quando nos deparamos com a conta descobrimos que algo deveria estar errado: ou a massa não custava o preço do cardápio ou o couvert que consistia daqueles biscoitos em forma de canudo, deveria ser caro à beça. Como estávamos atrasados, pagamos a conta e fomos embora. Já em casa, pronto para dormir meu celular toca, era o Teco com uma voz esbaforida a dizer, ou melhor gritar: “Dissequei nossa nota fiscal e achei o vilão da conta: era o café! Cada café custou R$3,80, com cada um de nós tomando dois deles, mais dez por cento, pagamos cada um quase dez reais a mais do que o esperado!”. Dois anos já se passaram depois desse evento, uns quinze depois que fui demitido, mas uma coisa pelo menos eu aprendi: um café nunca custa exatamente o seu preço.
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EsportesBERNADINHO Se a última rodada do campeonato brasileiro foi sem graça, não se pode dizer o mesmo da final da Taça Davis entre Rússia e Argentina (3x2 para a Rússia) e de mais uma vitória do time do Bernardinho. Definitivamente o Bernardinho é o melhor técnico do mundo, incluindo todos os esportes coletivos. Sigo querendo lança-lo pra Presidente do país. Em relação ao tênis, torci pela Argentina porque acredito que eles são um exemplo de planejamento bem sucedido. O tênis argentino surpreende como o vôlei brasileiro.
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ProgramaCURTÍSSIMA Em algum momento do ano, recebemos o economista e palmeirense Luiz Gonzaga Belluzzo. Falamos de economia, de Brasil e de futebol. Quase ao final do programa, perguntei a ele se ele estava mais otimista com o futuro do Brasil ou com o futuro do Palmeiras. Ele respondeu sem titubear: com o futuro do Palmeiras. Desde então ando muito preocupado com o Brasil.
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ProgramaO músico Tom Zé é o convidado da próxima sexta. O programa promete um "festival de boas histórias e de bom humor". Na última semana, o navegador Amyr Klink deixou uma enorme sensação de "quero mais", tanto para nós, como para as pessoas que estavam acompanhando. Se você não ouviu pode recorrer ao arquivo das edições anteriores, na página da CBN. É muito bom poder contar com esses convidados especiais. Aproveito para perguntar: Quem você gostaria de ver em nosso programa? Saudações
Postado por rodrigo.moraes.2006 - Comente | comentário(s)
CulturaCINEMA NA PRAÇA Estive em Búzios, no último final de semana, e fiquei surpreso com o Festival de Cinema da cidade. Surpreso principalmente pelas projeções realizadas na praça principal da cidade, num grande telão e com som de qualidade. Vi a população local e os turistas, sentados e compenetrados, noite a dentro, numa afirmação do que pode ou poderia ser a vida numa cidade. A comparação pode ser tola, mas imaginei o que poderia ter sido o teatro grego, principalmente em relação a presença maciça de uma determinada comunidade num evento cultural, ou, trazendo para um momento mais recente, o que eram os antigos coretos nas praças municipais do país. Os motivos do nosso isolamento são inúmeros e sabidos (violência, televisão), mas um desejo coletivo de dividir uma mesma experiência com nossos amigos e vizinhos ainda persiste, e, quando tomamos contato com uma experiência como essa, nos faz lembrar das coisas que somos e que insistimos em nos esquecer. Assim como quando se contempla o mar e se promete nunca mais esquecê-lo.
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Próximo convidadoNa próxima sexta, dia 01/12, vamos receber o navegador, escritor (o que mais?) Amyr Klink. Vamos falar de suas viagens, de sua última viagem, junto com sua família, para a Antártida (já pensou? em vez de viajar, sei lá, pra Ubatuba, você leva sua família para um viagem no barco que você projetou para ver uns leões-marinhos?). Mas acho que na verdade vamos acabar falando mesmo é de como se pode inventar uma vida diferente dos padrões, e de como é possível viabilizá-la, se sentir realizado com essas escolhas, aparentemente tão improváveis. Para quem quiser, envie perguntas para o e-mail (fimdeexpediente@cbn.com.br), ou entre no chat na Sexta na página da CBN. Até lá!
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EconomiaO BRASIL QUE DÁ CERTO Depois da alguns casos de sucesso, fomos surpreendidos essa semana com mais uma façanha tupiniquim. A fusão de duas gigantes do comércio eletrônico no Brasil, vai criar a terceira maior empresa do mundo, capaz de brigar inclusive com a Amazon. Não é coincidência que ambas as empresas foram, em algum momento, controladas pelo mesmo trio que, entre outras genialidades, criou a AMBEV e o Banco Garantia. Lula disse essa semana que quer a Eletrobrás se espelhe na Petrobrás (que essa semana se viu envolvida num suposto financiamente a ONGs ligadas ao PT). Se ele quer que a Eletrobrás dê certo, é simples: basta mirar nos exemplos certos, comandadas por profissionais competentes, preocupados exclusivamente com o crescimento da empresa, que por uma fortuita coincidência são normalmente empresas privadas.
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CulturaHoje, na livraria Cultura da Av. Paulista (Conjunto Nacional), o apresentador Milton Jung irá participar da noite de lançamento do seu livro "Conte a sua história de São Paulo". A obra nasceu à partir de um quadro do seu programa, na rádio CBN, em que o âncora narra as mensagens enviadas pelos ouvintes sobre o relacionamento com a cidade. Trata-se de uma bonita homenagem ao município de São Paulo e a sua população. Alguém consegue lembrar de outra(s) publicação(ões) que descreva(m) o cotidiano das cidades brasileiras?
Postado por rodrigo.moraes.2006 - Comente | comentário(s)
SaúdeEstamos chegando ao final de mais um ano. Uma ótima época para lembrarmos dos festejos, dos presentes, das viagens e das pessoas queridas. Esse é um bom período para reflexões e, aproveitando nosso espaço, proponho uma realmente importante. Alguns meios de comunicação destacam que nesse período ocorre uma queda no número de doadores de sangue. Dados do Ministério da Saúde projetam que o Brasil necessita diariamente de 5.500 bolsas de sangue. Muitos hospitais, especialmente os localizados nas cidades de maior movimentação turística, correm sérios riscos de desabastecimento, o que pode comprometer o atendimento médico de muitas de pessoas. A doação de sangue é segura e não demora mais de meia hora. Todo o material utilizado é descartável e oferece total segurança ao doador. Procure um centro médico ou um hemocentro mais próximo. Todos os locais de doação estão preparados para enviar, aos colaboradores, o resultado de uma série de exames realizados com o sangue colhido. É bom saber que, além de ajudar, aquele que doa sangue ainda se submete a uma espécie de “check – up” da própria saúde.
Postado por rodrigo.moraes.2006 - Comente | comentário(s)
GovernoSOLUÇÃO " Eu vou me dedicar até o dia 31 de dezembro para destravar o país. E não me pergunte o que é ainda, que eu não sei, e não me pergunte a solução, que eu não tenho, mas vou encontrar, poque o país precisa crecer" (LULA) algumas perguntas e questões não saem da minha cabeça: 1- Ele teve a vida inteira e não achou ainda a solução para o país crescer. 2- Ele teve a vida inteira mais 4 anos como Presidente e não achou a solução. 3- Devo eu acreditar que ele "misteriosamente" encontrará essa soluçao em 45 dias ? 4- Se ele achar a solução, posso inferir que ele não procurou direito a solução até agora? 5- Se ele não sabe o que fazer para o Brasil crescer e consequentemente gerar benefícios aos brasileiros, porque quis tanto ser Presidente? E porque quis ser reeleito?
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PROGRAMA |
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Sexta, às 19h, paulistanos e internautas têm um programa diferente: "Fim de expediente", apresentado pelo ator Dan Stulbach e com a participação do escritor José Godoy e do economista Luiz Gustavo Medina.
Durante uma hora e com muito humor, o trio passa a limpo os principais assuntos da semana, com entrevistas, reportagens e a participação dos ouvintes pelo e-mail:
fimdeexpediente@cbn.com.br
Ou pelo chat do "Fim de expediente":
Chat CBN
Para acompanhar o programa via internet, clique aqui:
CBN São Paulo
Para quem não agüenta esperar até sexta, de segunda a quinta os participantes do Fim de Expediente "aquecem os motores" no Jornal da CBN 2ª Edição, às 19h15min. Dan, Teco e Zé se revezam fazendo comentários sobre os principais assuntos do dia, numa conversa sempre muito descontraída com o âncora Roberto Nonato.
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Fotos de Eduardo Barillari |
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